

Como prova de que a crise não acabou os governos federal e estadual, juntamente com empresários, estão apresentando a fatura aos trabalhadores, funcionários públicos em particular; querem que nós paguemos a conta desta gastança.
Serra/Goldman/Paulo Renato nos condena ao congelamento eterno de salários com a promoção por mérito na carreira, reajuste salarial somente para os 20%, no máximo, que forem aprovados nos “vestibulares” a cada três anos e a todas as formas de assédio moral com a avaliação de desempenho prevista nas “Dez Metas”.
Lula/Haddad fazem o mesmo no governo federal contra o funcionalismo; foi apresentado ao congresso o PLP 549/2009, Projeto de lei Complementar de autoria do executivo, que permite o congelamento dos investimentos públicos e dos salários de todo o funcionalismo federal por dez anos. Junto com isso, o decreto 6094/2007, assinado pelo presidente da república, prevê avaliação de desempenho e meritocracia para os profissionais da educação. Outro decreto, 7133/2010, também assinado pela presidência da república, estende a política de meritocracia/gratificações de desempenho e avaliação a todos os funcionários públicos federais.
Como os fatos provam, apesar de todas as tentativas do bloco majoritário da APEOESP (artsind e artnova/CUT, CTB) de esconder isto a sete chaves dos professores durante nossa greve, as políticas educacionais de Serra/Paulo Renato e Lula/Haddad são idênticas.
Fonte: Informativo Oposição Alternativa APEOESP Abril/Maio - 2010
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