Mostrando postagens com marcador Ensino Público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ensino Público. Mostrar todas as postagens

10 de ago. de 2010

ELEMENTOS PARA UM PROGRAMA SOCIALISTA NA EDUCAÇÃO

Por Gilberto P. de Souza*
Clic aqui e acesse esse arquivo em PDF

AQUELE QUE NÃO CONHECE A HISTÓRIA ESTÁ FADADO A REPETI-LA
O desenvolvimento retardatário do capitalismo periférico em nosso país criou a terceira formação social mais desigual dentre os seus parceiros de América Latina e Caribe – segundo dados do PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – perdendo apenas para países como Bolívia e Haiti.
Tais níveis de desigualdade social se refletem na educação; enquanto uma pequena elite estuda em escolas de “primeiro mundo” - na sua grande maioria privadas que cobram mensalidades astronômicas para os padrões de vida tupiniquins e umas pouquíssimas públicas que se dão ao luxo de selecionar seus alunos através de rigorosíssimos exames de seleção - formando uma camada privilegiada de menos de 5% dos estudantes brasileiros; a grande massa do estudantado frequenta escolas públicas e privadas de segunda linha – as mesmas que têm sido sistematicamente “reprovadas” nas avaliações institucionais feitas pelos governos federal, estaduais e municipais.
Como a boa lógica ensina, o todo é maior do que a somatória pura e simples de suas partes constitutivas ou, por outras palavras, o todo determina/ condiciona as partes; a crise quase terminal da educação, em especial da educação pública, no Brasil é parte estrutural, está no DNA, da constituição de uma sociedade periférica, profundamente desigual e culturalmente atrasada.
Um programa para combater a crise da escola pública brasileira deve ser, antes de mais nada, uma política pública e estatal de combater as causas estruturais de nossas desigualdades sociais e de nosso atraso cultural.
Nosso país possui, segundo o IBGE, 15 milhões de analfabetos – leia-se ágrafos – e os analfabetos funcionais – os que não sabem ler e escrever com pleno domínio – variam de 60 a 75 milhões de pessoas; o que nos leva ao despautério de possuirmos, potencialmente, 90 milhões de analfabetos, entre ágrafos e funcionais. A escola sequer é capaz de ensinar a ler e escrever a maioria das pessoas que por ela passam.
Segundo pesquisa feita pela Câmara Brasileira do Livro em 2008, o brasileiro compra, em média, 1,2 livro por ano – se descontarmos da pesquisa os 6,2 milhões que declaram ter acesso somente à Bíblia, a média despenca para menos de um livro por habitante – distribuído desigualmente, como a riqueza em nossa sociedade, uma vez que, na mesma pesquisa, 47 milhões de pessoas declararam nunca ler livros. Os principais motivos para não ler foram falta de tempo, o alto preço dos livros e cansaço.
Uma primeira e elementar conclusão é que a esmagadora maioria de nossa população, devido à super-exploração do trabalho e as profundas desigualdades sociais – nesta lógica jamais terá acesso aos bens culturais e ao conhecimento; pela falta de condições cognitivas, socioeconômicas, ou as duas coisas.
Um programa socialista par a educação somente será digno deste nome se partir do combate a exploração do Homem pelo Homem; se partir da necessidade da melhoria das condições de vida e trabalho da maioria da população e dos jovens em particular. Exigir a redução da jornada de trabalho (36 horas semanais e horário diferenciado para estudantes), salário mínimo do DIEESE e estabilidade no emprego.
Também o Estado deve ser o agente de uma política educacional e cultural com a construção e manutenção de equipamentos públicos de cultura e lazer em todas as cidades e periferias dos grandes e médios centros urbanos – teatros, bibliotecas, clubes desportivos, museus científicos e artísticos.


EDUCAÇÃO NÃO RIMA COM LUCRO
Os dois mandatos de FHC e Lula são responsáveis por um processo “nunca visto antes na história deste país”, como gosta de dizer o tempo todo nosso atual presidente, de privatização sistemática da educação – da educação básica ao ensino superior.
Governos estaduais e municípios gastam boa parte dos recursos destinados ao ensino de jovens e crianças em parcerias com empresas privadas de ensino – compra de livros e apostilas, contratação de instituições privadas para “formação” de professores, compra de vagas em escolas privadas e repasse de verbas às fatídicas ONG’s, e infindáveis outros mecanismos – e reduzem ano a ano as verbas investidas na educação; destroem as carreiras docentes e condenam os mesmos a conviverem com salários que beiram à miséria; sem falar do abandono das escolas onde alunos, professores e demais funcionários convivem com um cotidiano de horrores de violência e péssimas condições de trabalho para os docentes e de aprendizagem para os jovens.
Como exemplo desta tragédia grega o governo de São Paulo gastou em 2009 com parcerias mais de R$ 260 milhões de verbas da educação – o suficiente para conceder o reajuste reivindicado pelos professores estaduais na greve de 2010 – e mais de 70% dos municípios mantém parcerias com sistemas didáticos privados de ensino (COC, Objetivo, Positivo, Anglo, etc).
Este processo de privatização da educação básica contou, e conta, com a ajuda de duas políticas federais, que são a mesma apesar dos arautos do neoreformismo afirmarem o contrário, o FUNDEF – que estimulou a municipalização do ensino fundamental nos dois mandatos de FHC – e o FUNDEB – criação do lulopetismo – que permite a municipalização de todo o ensino básico, deixando prefeitos e empresários de mãos livres para fazerem a farra com o dinheiro público destinado ao ensino.
A educação superior não foge a este cenário hediondo. FHC foi agente de um processo de expansão acelerada do ensino privado, enquanto as universidades públicas se viram asfixiadas pela eterna “falta de verbas” e as empresas do ensino se esbaldavam nos empréstimos subsidiados -- com prazos a perder de vista e módicas prestações para dar inveja até as Casas Bahia -- do BNDES.
Lula foi mais além; continuou com a expansão desenfreada do ensino superior privado, agora através dos empréstimos para lá de generosos do BNDES e de uma invenção de seu governo, o PROUNI -- compra de vagas, na maioria dos casos ociosas, nas instituições privadas, a um custo-aluno quatro vezes maior do que na rede pública segundo o ANDES-SN; salvando muitas dessas instituições da falência pura e simples.
A REUNI, reforma universitária, completa este filme de horror. Por este conjunto de leis e decretos as fundações privadas, que tomaram de assalto as universidades paulistas –principalmente a USP – estão sendo legalizadas e generalizadas para todas as instituições federais e ingerindo na administração dos recursos e na pesquisa que está sendo voltada para o mercado.
Juntamente com o fortalecimento das fundações privadas – leia-se do capital dentro das universidades – o REUNI promove uma expansão desordenada das instituições federais de ensino superior – retomando os “escolões” de FHC/Paulo Renato – com o aumento das vagas sem a contrapartida do aumento dos recursos materiais e humanos. Assim o tripé – ensino-pesquisa-extensão – que é a base das universidades brasileiras, uma conquista das comunidades acadêmica e estudantil e da própria sociedade, começa a ser abalado e a própria pesquisa começa a servir diretamente aos grandes grupos econômicos representados nas fundações de direito privado incrustadas na estrutura universitária.
Esta mercantilização, e consequente privatização, do ensino tem provocado um duplo apartheid educacional. Primeiramente, para classes sociais diferentes escolas diferentes, filhos de trabalhadores e de burgueses não estudam no mesmo lugar escolar, na educação básica os primeiros frequentam as escolas públicas, cada vez mais sucateadas, e no caso dos setores médios em algumas escolas privadas de segunda linha na busca ilusória de um ensino melhor. Os segundos frequentam as escolas de elite, geralmente privadas e com mensalidades altíssimas.
Mas, o apartheid não se limita aos aspectos geográfico e socioeconômico. Está assumindo também uma dimensão cultural, atingindo diretamente um direito consagrado pelas revoluções burguesas e pelos movimentos trabalhistas no período das revoluções francesa e industrial, negando o acesso ao conhecimento e a cultura.
A escola pública tem sido criticada tradicionalmente, na educação básica, por não cumprir de maneira adequada seus objetivos – alfabetizar e transmitir conhecimento aos alunos – que eram os mesmos das escolas privadas que, supostamente, cumpriam esses objetivos de maneira mais satisfatória que suas congêneres públicas.
A grande “descoberta” do neoliberalismo é que classes sociais diferentes devem ter uma educação diferente de acordo com seu lugar social no processo de produção e circulação de mercadorias; é a ideologia da “regulação das aprendizagens” de Perrenoud e outros, cada escola deve ensinar seus alunos de acordo com suas expectativas na vida; nem todos aprenderão a mesma coisa, nem todas as escolas ensinarão a mesma coisa.
É a clássica educação de classe; para os burgueses e seus herdeiros uma educação clássica – universal, ciência e cultura geral – e para os trabalhadores e seus filhos apenas o estritamente necessário para servir ao capital. Não por acaso, na LDB, a alfabetização deve abranger todo o ensino fundamental e em vários estados, como São Paulo, ela compreende toda a educação básica.
O mesmo acontece no ensino superior. Com o PROUNI/REUNI estão sendo criados verdadeiros “escolões” destinados a formar mão-de-obra um pouco mais qualificada para o capital; são as instituições privadas financiadas pelo PROUNI e as instituições públicas filhas da expansão desordenada da REUNI, todas voltadas para os antes “excluídos” do ensino superior. A pesquisa se concentra, cada vez mais, em algumas poucas instituições de elite que trabalham em parcerias, cada vez mais frequentes, como mercado.
A expansão do ensino a distância é mais uma faceta desta “escola de classe”, do apartheid educacional, e não por acaso se destina fundamentalmente a formação de professores para o ensino público e aos antes excluídos do ensino superior.
A privatização/mercantilização ameaça diretamente o trinômio ensino-pesquisa-extensão de nossas universidades e o acesso à educação como direito de todos; não apenas por criar uma “escola de classe”, mas também por transformar o direito ao ensino e a aprendizagem como uma questão individual, ou se tanto familiar, como reza na LDB e na Constituição Federal; se a pessoa não aprende é um problema dela, de seu professor ou da família; nunca do Estado. O neoliberalismo é a negação da educação como direito e dever do Estado, transformou a educação em serviço, como prescreve a OMC.
Um programa socialista para a educação deve partir de uma premissa simples e elementar; educação somente será um direito de todos se for pública e estatal, o que implica na estatização do ensino privado, no fim das parcerias público-privadas e das fundações privadas nas universidades; verbas públicas somente para escolas públicas, na defesa do trinômio ensino-pesquisa-extensão nas universidades públicas e da autonomia universitária e no fim do PROUNI/REUNI e também no fim do ensino à distância.


NÃO EXISTE ALMOÇO DE GRAÇA

Esta frase do economista Milton Friedman, decano do neoliberalismo, necessariamente deve ser completada com outra: Quem paga a conta?
Os trabalhadores, a juventude, os professores e os demais trabalhadores da educação têm pagado a conta da privatização e da mercantilização do ensino com os baixos salários e as cada vez mais precárias condições de trabalho na educação básica; e no ensino superior com o aviltamento da profissão através da ingerência do capital privado nas pesquisas, o aumento do número de alunos por professor e com o achatamento dos salários.
A juventude sofre com a má qualidade do ensino básico, com o desemprego, com a violência e com a ausência de condições para freqüentar as universidades públicas; ano após ano as verbas para moradia estudantil, alimentação e bolsas são reduzidas. Segundo dados oficiais 20% dos jovens egressos do ensino médio jamais terão um emprego formal, o desemprego é três vezes maior na juventude do que nos demais segmentos da classe trabalhadora, os jovens formam mais de 64% dos desempregados do Brasil, a principal causa mortes entre a juventude é assassinato, seja pelo crime organizado ou uniformizado.
Enquanto isso “no andar de cima” alguns poucos nababos fazem a festa com o dinheiro público que poderia ser usado para melhorar a educação e a vida de milhões de brasileiros; tal qual Maria Antonieta e a nobreza francesa pré-revolução nos mandam comer brioches para aplacarmos a fome.
Segundo o governo federal (Lula), através do SIAF, os encargos com a dívida pública – juros e amortizações – consumiram 35,57% do orçamento de 2009; mais do que previdência social, saúde e educação juntas, que levaram no total 33,43% do bolo orçamentário, ficando cada uma das principais áreas sociais do governo com, respectivamente, 25,91%, 4,64% e 2,88%.
Os programas de assistencialismo do governo Lula, incluindo aí o fome zero, consumiram apenas 3,09% do orçamento, nem 10% do que foi doado aos agiotas da dívida pública brasileira; e quando foi estabelecido o corte de R$10 bilhões do orçamento de 2010 para fazer frente aos efeitos da crise mundial a equipe econômica de Lula não titubeou, cortou R$2,5 bilhões das verbas do ministério da educação.
O economista guru dos “Chicago Boys”, os economistas ultra-neoliberais da Universidade de Chicago, Milton Friedman tem razão: alguém deve pagar a conta; os grandes capitalistas que se esbaldam à custa do sofrimento de milhões.
Um programa socialista para a educação deve começar pelo não pagamento das dívidas interna e externa, passando pela estatização do sistema financeiro para termos mais verbas para a educação – de pré-escola a universidade – com o investimento de 10% do PIB como mínimo; com o atendimento de todas as reivindicações sindicais e profissionais de professores, estudantes e trabalhadores do ensino, piso salarial nacional para os professores de educação básica (piso do DIEESE por 20 horas/aula e 50 % de hora atividade); bolsas (alimentação, permanência e pesquisa) para todos os estudantes universitários.

DEMOCRACIA X MERCADO
A privatização, para ser aplicada de maneira consequente no interior das escolas, seja na educação básica ou na educação superior, assume necessariamente um viés autoritário; é a versão educacional da criminalização dos movimentos sociais. A burocracia escolar, diretores ou reitores, proclamam a liberdade individual do estudante, que este é o protagonista do processo de aprendizagem – na versão neoliberal e pós-moderna do construtivismo ninguém ensina ninguém e o aluno aprende sozinho – mas lhe nega, na prática dois direitos fundamentais, o acesso ao conhecimento e o direito de se organizar sindicalmente por local de estudo. Grêmio Livre são duas palavras que provocam a ira da maioria dos diretores, a grande maioria das instituições privadas no ensino superior perseguem e punem os estudantes que ousam organizar centros ou diretórios acadêmicos, o mesmo acontece em universidades públicas.
Esta conduta antissindical é a outra faceta da privatização; para negar o acesso da juventude ao conhecimento e à ciência e para servir governos diretamente vinculados ao capital, é necessário calar a voz dos que discordam.
Um programa socialista para a educação deve defender a total democracia no interior das escolas, faculdades e universidades; a irrestrita liberdade de cátedra; a mais ampla liberdade de ensinar dos professores e a total liberdade de aprender dos jovens; conselhos deliberativos e paritários formados por professores, alunos e pais (no caso da educação básica); eleições diretas para todos os cargos diretivos; total liberdade de associação, manifestação e expressão e o fim dos organismos de controle governamental ou inspeção escolar.

“AQUELE QUE SABE PELO QUE LUTA, LUTA MAIS E MELHOR”
(Oliver Cronwell)
Um programa somente faz sentido se estiver a serviço de uma estratégia, senão falarmos claramente aonde queremos chegar - como e por quem este programa será aplicado - pode se tornar um conjunto de frases de efeito, efeito duvidoso diga-se de passagem, algo parecido com as promessas dos partidos do capital – incluindo aí a esquerda oficial.
Tal como Marx acreditamos na força das ideias, que estas podem, e devem, ser a base de um movimento de transformação social, neste caso não apenas na defesa do direito universal a educação, mas também na luta pelo socialismo.
Não haverá genuinamente educação pública de qualidade para todos numa sociedade fundada na exploração, na desigualdade e na opressão; numa ordem social a serviço de uma minoria privilegiada, num mundo onde o sucesso individual só é possível com o fracasso de milhões.
É necessária a unidade das lutas educacional, sindical e política; as reivindicações salariais e funcionais dos professores são pedagógicas, nossas reivindicações pedagógicas são sindicais – pois somente serão atendidas enfrentando e derrotando os governos que servem ao capital contra a escola pública – e ambas são a base para uma educação pública de qualidade para todos. Mas, não nos iludamos, estas lutas assumem forçosamente uma dimensão política e estratégica; sua conquista implica na derrota do capital, é parte da construção de um projeto de sociedade.
As lutas cotidianas de jovens, professores, pais trabalhadores e demais trabalhadores da educação devem estar a serviço da sobrevivência diária neste “mondo canni”, neste reino da necessidade; mas também devem ser o passaporte para a construção diária, cotidiana, em cada local de estudo e trabalho do combate a exploração e a opressão, da construção do reino da liberdade, do socialismo.
Para tal é necessário a unidade de jovens - do ensino básico e da universidade – com professores e funcionários da educação – do ensino básico a universidade – e com os demais trabalhadores criando, juntamente com suas organizações, um movimento social poderosíssimo em defesa do direito universal a educação pública e de qualidade para todos.
*Gilberto P. de Souza – professor de rede estadual-sp e militante da APEOESP

28 de abr. de 2010

O Governo mente descaradamente sobre educação na TV

Imagem: Google


Quem assiste as propagandas de TV do governo de São Paulo tem a impressão de que as escolas estaduais são um paraíso. Quem vive a realidade sabe que as condições são as mais precárias. Falta de condições de trabalho, jornadas estafantes, salas superlotadas, falta de materiais, etc. Esse quadro é visto por professores, alunos e comunidade. Bas­ta entrar numa escola estadual que logo percebemos que o governo está mentindo.
Então, qual e esse sistema de propaganda, tão eficiente que consegue convencer gregos e troianos de que há dois professores por sala de aula, materiais pedagógicos e de informática e valorização dos professores com salários de até 7 mil reais? O mais grave é que alguns professores ainda acreditam nisso!
Como conceber que a escola pública está melhorando quando um pai recebe em casa seu filho do último ano do ensino fundamental sem saber ler ou fazer operações bá­sicas de matemática?
Todos sabemos que há maquiagem nos dados do gover­no. Todos vemos as mentiras estampadas na TV todos os dias. Então será que o marqueteiro do Serra é tão eficiente como Goebbels(ministro da propaganda nazista), que dizia que uma mentira repetida à exaustão torna-se verdade?
A Oposição Alternativa tem a opinião de que o governo está disputando a consciência dos trabalhadores e da co­munidade escolar com o apoio da mídia e a propaganda enganosa. É importante, durante todo o ano, e não somen­te nos momentos de greve, o debate com a comunidade escolar sobre os problemas da escola pública. As reuniões de pais, por exemplo, não devem servir apenas para comu­nicar resultados de provas. Nelas devem ser pautados os problemas da escola, do sistema de ensino, e os verdadei­ros culpados por eles.
Para termos apoio da comunidade escolar é preciso de­nunciar o governo. Façamos a nossa parte.
Fonte: Informativo Oposição Alternativa APEOESP Abril/Maio - 2010.